“o Homem planeja, Deus ri-se”…
Um outro, cuja origem desconheço, diz que:
“Aquele que falha no planejamento, planeja falhar”.
A importância do planejamento é indiscutível.
Ao elaborar um plano, ao reduzi-lo a escrito, definimos claramente os nossos objetivos e, esses, são a bússola do nosso cérebro. Se sabemos para onde vamos, tomamos ação e fazemo-nos ao caminho.
Seria de uma inocência atroz tentar defender aqui a infalibilidade dos planos. De fato, a maior parte dos planos, por uma ou outra razão, falham. Arriscaria mesmo dizer que, na sua maior parte, falham por não serem verdadeiros planos, mas sim, um resumo de boas intenções.
O que faz, então, com que passemos de uma interessante coletânea de boas intenções a um plano poderoso?
Proponho 3 regras:
1. Jogar o jogo dos porquês
Todo e cada um dos objetivos deve responder à questão primordial: porque que é fundamental que atinja este objetivo? A simples definição, especificação e planejamento de um objetivo podem não ser o suficiente. No entanto, passando no crivo dos porquês, faz-nos começar imediatamente a caminhar na sua direção.
2. Comunicação
Partilhar o plano com alguém em quem confiamos é fundamental. Porque nos compromete com o plano. Ao comunicar o nosso plano, criamos vácuo. Que virá a ser preenchido com os objetivos cumpridos. Comunique e preste contas.
3. Decisão ou “de-cisão”
de que adianta traçar um plano se verdadeiramente não se decidir cumpri-lo? Esta é a razão pela qual falhamos a maior parte dos nossos objetivos. Se queremos deixar de fumar nunca o conseguiremos se não DECIDIRMOS fazê-lo. Mas não falharemos se o DECIDIRMOS. Da mesma forma, todo e qualquer plano irá falhar se não decidirmos agir em conformidade.Planejar, é importante. Porém, fundamental é decidir agir.


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