São os chamados "baby-boomers", são viciados em trabalho.
Também afirmam que os da geração X, que nasceram entre 1961 e 1981
Os pesquisadores ingleses discordam dessa análise. Eles dizem que as gerações têm expectativas muito parecidas. Eventuais diferenças contam pouco. Segundo eles, funcionários de qualquer idade partilham os mesmos valores no ambiente de trabalho. Vamos aos fatos:.
Na semana passada (dia 29 de janeiro), em um curso fechado sobre Aplicação e Uso das Redes Sociais em São Paulo, tive uma grande surpresa: apesar de todo o tempo de experiência em Treinamento e Desenvolvimento e de ter técnicas de sala e de falar em público, não conseguia controlar um foco de polarização dentro da sala!
Existem algumas coisas que, independentemente do seu assunto e experiência, devem ser respeitadas e uma delas, no meu entendimento, é que:
A turma era composta, em sua grande maioria, por jovens entre a geração X e geração Y, os únicos participantes da geração boomer era um casal, que por orientação da diretoria, controlará as inserções nas Redes Sociais feitas pela empresa.
Pois bem, todas as vezes que os boomers se manifestavam ou questionavam algo, os outros participantes conversavam, riam e faziam comentários entre si. Essa polarização era prejudicial ao desenvolvimento do trabalho e também da fixação dos conceitos apresentados no workshop.
Depois de algumas tentativas técnicas de controle da situação, parti para o confronto e perguntei ao casal se estavam sentido algum tipo de rejeição?
A resposta foi pronta: "sim, estamos!"
Percebemos que os mais jovens nos achavam incapazes de discorrer e atuar sobre o assunto pelo simples fato de ser moderno!
Usei tecnicamente a fórmula de jogar a questão ao grupo para solucionar a questão do andamento do trabalho e um silêncio profundo pairou sobre a sala. Nesse momento, voltei-me ao casal e perguntei qual seria a sugestão para que o trabalho tivesse continuidade e, então, o administrador respondeu-me perguntando se poderia fazer uma citação sobe um e-mail que havia recebido e que esclareceria o que estava acontecendo. Mesmo sabendo do risco de que eu, como palestrante, corria, resolvi arriscar e permiti que ele falasse, ele fuçou sua agenda por alguns segundos, sacou um e-mail, pediu o microfone e, em alto e bom tom, leu o e-mail que vou transcrever para vocês:
"Um jovem muito arrogante, que estava assistindo a um jogo de futebol, tomou para si a responsabilidade de explicar a um senhor já maduro, próximo dele, porque era impossível a alguém da velha geração entender esta geração:
"Nós, os jovens de hoje, crescemos com internet, celular , televisão, aviões a jato, viagens espaciais, homens caminhando na Lua, nossas espaçonaves visitando Marte ".
"Nós temos energia nuclear, carros elétricos e a hidrogênio, computadores com grande capacidade de processamento e ...." - fez uma pausa para tomar outro gole de cerveja.
O senhor se aproveitou do intervalo do gole para interromper a liturgia do estudante em sua ladainha e disse:
"Você está certo, filho. Nós não tivemos essas coisas quando éramos jovens porque estávamos ocupados em inventá-las. E você, um bostinha arrogante dos dias de hoje, o que está fazendo para a próxima geração?
Também afirmam que os da geração X, que nasceram entre 1961 e 1981
Prezam a qualidade de vida.
Os mais jovens, a geração Y,
Os mais jovens, a geração Y,
São individualistas e apaixonados por inovações.
Os pesquisadores ingleses discordam dessa análise. Eles dizem que as gerações têm expectativas muito parecidas. Eventuais diferenças contam pouco. Segundo eles, funcionários de qualquer idade partilham os mesmos valores no ambiente de trabalho. Vamos aos fatos:.
Na semana passada (dia 29 de janeiro), em um curso fechado sobre Aplicação e Uso das Redes Sociais em São Paulo, tive uma grande surpresa: apesar de todo o tempo de experiência em Treinamento e Desenvolvimento e de ter técnicas de sala e de falar em público, não conseguia controlar um foco de polarização dentro da sala!
Existem algumas coisas que, independentemente do seu assunto e experiência, devem ser respeitadas e uma delas, no meu entendimento, é que:
"O grupo somente por si é magnânimo e deve ser respeitado"
porém, existem momentos em que a intervenção do palestrante tem que acontecer para que o controle se reestabeleça.A turma era composta, em sua grande maioria, por jovens entre a geração X e geração Y, os únicos participantes da geração boomer era um casal, que por orientação da diretoria, controlará as inserções nas Redes Sociais feitas pela empresa.
Pois bem, todas as vezes que os boomers se manifestavam ou questionavam algo, os outros participantes conversavam, riam e faziam comentários entre si. Essa polarização era prejudicial ao desenvolvimento do trabalho e também da fixação dos conceitos apresentados no workshop.
Depois de algumas tentativas técnicas de controle da situação, parti para o confronto e perguntei ao casal se estavam sentido algum tipo de rejeição?
A resposta foi pronta: "sim, estamos!"
Percebemos que os mais jovens nos achavam incapazes de discorrer e atuar sobre o assunto pelo simples fato de ser moderno!
Usei tecnicamente a fórmula de jogar a questão ao grupo para solucionar a questão do andamento do trabalho e um silêncio profundo pairou sobre a sala. Nesse momento, voltei-me ao casal e perguntei qual seria a sugestão para que o trabalho tivesse continuidade e, então, o administrador respondeu-me perguntando se poderia fazer uma citação sobe um e-mail que havia recebido e que esclareceria o que estava acontecendo. Mesmo sabendo do risco de que eu, como palestrante, corria, resolvi arriscar e permiti que ele falasse, ele fuçou sua agenda por alguns segundos, sacou um e-mail, pediu o microfone e, em alto e bom tom, leu o e-mail que vou transcrever para vocês:
"Um jovem muito arrogante, que estava assistindo a um jogo de futebol, tomou para si a responsabilidade de explicar a um senhor já maduro, próximo dele, porque era impossível a alguém da velha geração entender esta geração:
"Vocês cresceram em um mundo diferente, um mundo quase primitivo!" - disse o rapaz, claro, que em tom arrogante, alto e claro, de modo que todos em volta pudessem ouví-lo.
"Nós, os jovens de hoje, crescemos com internet, celular , televisão, aviões a jato, viagens espaciais, homens caminhando na Lua, nossas espaçonaves visitando Marte ".
"Nós temos energia nuclear, carros elétricos e a hidrogênio, computadores com grande capacidade de processamento e ...." - fez uma pausa para tomar outro gole de cerveja.
O senhor se aproveitou do intervalo do gole para interromper a liturgia do estudante em sua ladainha e disse:
"Você está certo, filho. Nós não tivemos essas coisas quando éramos jovens porque estávamos ocupados em inventá-las. E você, um bostinha arrogante dos dias de hoje, o que está fazendo para a próxima geração?
O senhor em questão foi aplaudido de pé!
Por alguns segundos um silêncio sepulcral pairou sobre a sala, dei um intervalo para um rápido café, para poder retornar com a dinâmica que meu trabalho exige.
Daí para a frente, o trabalho correu magnificamente: interação total entre todos os participantes, a sinergia foi restabelecida e o trabalho foi um sucesso!
Ao final do workshop, sempre temos, quando o trabalho é bom, a velha, boa e revigorante salva de palmas, aplaudi o grupo e pedi uma salva de palmas para o casal que, já hoje, está administrando as redes sociais da empresa. Foram aplaudidos por todos os outros participantes forte e longamente!
Por isso, lembrem-se: sempre as Redes Sociais são uma realidade e não há mais como voltar atrás, porém, como nos sugere próprio nome:
"pertence a todos e não a essa ou aquela geração"


Excelente artigo! Gerações mais novas sempre devem muito a gerações anteriores; benefício que deve ser revertido para as futuras gerações.
ResponderExcluirExecelente e esclarecedor! Depois de lê-lo, descobri que faço parte de todas estas gerações, embora seja da geração X.
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