Leiam e acompanhem Fabio Ros em sua coluna de Gastronomia que tem uma visão muito particular do mundo pois segundo ele mesmo
Tudo eu comparo com um alimento, com um prato...
É com muita alegria que inicio esta nova etapa da minha vida! Este ano de 2011 chegou com novidades, e esta sem dúvida é uma das mais importantes.
Porque, me aproxima mais das pessoas e me deixa muito mais em contato com todos. Quero agradecer esta oportunidade de compartilhar com todos vocês a forma como vejo e interpreto o mundo. Vejo tudo pela ótica gastronômica.
Também quero me apresentar. Sou piracicabano da gema, nascido na Paulicéia, há 35 anos e criado na Vila Rezende.
Já no registro de nascimento a comida faz parte de mim, aliás, Fabio significa feijão.
Não nasci numa família de cozinheiras. Minha mãe nunca foi tão habilidosa na cozinha, assim como minhas avós, tanto materna quanto paterna. Nunca tivemos receitas tradicionais de família e muito menos mesas numerosas, apesar de muita fartura.
Comecei cedo a ter que me virar na cozinha, o cotidiano lá em casa não permitia que tivéssemos refeições em família – a não ser até minha pré-adolescência – e como não gostava muito das comidas da minha mãe, eu mesmo preparava minhas refeições.
Claro que naquela época, na segunda metade dos anos 80, meu horizonte era muito limitado, mas eu gostava de ler os rótulos dos produtos industrializados e tentar fazer igual. Mas isso nunca acontecia, porque nas embalagens só contém os ingredientes e as proporções e quantidades eu seguia o que hoje chamo de intuição.
Me lembro da época em que tentei fazer catchup. Eu adoro catchup. Naquele tempo existiam poucas marcas e vinham embalados num vidro transparente. Era um sabor intrigante. Foi meu primeiro contato com o sabor agridoce. Ai na embalagem constava dentre os ingredientes glucose, e esse era um dos produtos mais populares naquela época: o Karo! Eu fazia quase todos os dias molho de tomate com karo e pimenta.
E se um dia você precisar de um molho para acompanhar um assado, um sanduíche ou uma massa é só misturar
uma medida de polpa de tomate,
meia medida de shoyu,
e meia medida de Karo (ou mel ou melado).
Fiz tantas experiências, comi tantas coisas intragáveis, mas cheguei nessa proporção. Não tem muito a ver com o catchup que conhecemos, mas ficou bem gostoso. Caso goste mais apimentado junte uma colher de sopa de molho de pimenta e suco de meio limão.
Semanalmente estarei escrevendo um novo artigo, sempre relacionando uma história da minha vida com um prato ou refeição. Para a próxima semana o tema será Almoço de Quermesse. Uma ótima semana a todos. Gratidão.
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