O mercado de comércio eletrônico faturou R$ 18,7 bilhões no ano passado.
Quem quer ganhar o público da classe média não deve ficar de fora da rede. A internet, como destacou Romero Rodrigues, dá aos proprietários de pequenos negócios chances reais de competir com grandes empresas.
“O pequeno varejo consegue construir e manter uma imagem na internet. E tem vantagens como fazer marketing mais barato e contar com vários lugares gratuitos para anunciar, como sites de comparação de preços, páginas amarelas e classificados.
Facilitar a interação social traz cada vez mais resultado”
Os próprios emergentes que passaram a compor a classe média podem ser futuros empreendedores. Um estudo feito pelo Data Popular mostra que seis em cada dez pessoas da classe C querem abrir a própria empresa em algum momento da vida.
“O emprego formal nos trouxe até aqui, mas é o empreendedorismo que vai nos levar adiante. A carteira assinada e o concurso público deixam de ser vistos como fim. A classe C
os vê apenas como trampolim para chegar ao ponto de abrir o próprio negócio”..
A maior parte, no entanto, não se sente apta para empreender.
A pesquisa do Data Popular mostra que apenas um terço se considera preparado para abrir o próprio negócio. “Muitas dessas pessoas querem empreender. O desafio é como dar asas sustentáveis a esse público. É preciso oferecer assessoria mercadológica, capacitação profissional, cooperativismo, microcrédito, entre outros”, finalizou Neri, da FGV.
Serviço: Agência Sebrae de Notícias

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