O motivo?
Ainda não compreenderam que a internet é um ambiente público, aberto a todos e com dezenas de milhares de vigilantes. Na web, todas as vidraças, paredes e telhados são de vidro.
adilha que você mesmo montou.Ainda não compreenderam que a internet é um ambiente público, aberto a todos e com dezenas de milhares de vigilantes. Na web, todas as vidraças, paredes e telhados são de vidro.
Mas, antes de tudo, o que vem a ser uma boa postura nas redes sociais?
Ora, não é preciso ser nenhum gênio para entender que se você utiliza a internet – e as redes sociais – para adquirir conhecimento, trocar experiências bacanas, fortalecer contatos e compartilhar conteúdo de qualidade você será bem classificado pelos demais usuários, seja como um profissional que vale a pena ser seguido ou apenas como uma pessoa interessante de se manter por perto.
Alguns mais agressivos irão afirmar que isso irá “impedir” que você seja, digamos, você mesmo. Errado.
Ninguém está pedindo para que você minta ou tente criar um novo personagem nesses canais.
A ideia, aqui, é puro bom senso.
Se você não falaria ou não faria algo diante de uma plateia com 5 mil pessoas, por qual motivo você irá fazer isso em um ambiente com uma plateia de 35 milhões de pessoas?
E isso vale para tudo.
Há profissionais que se esquecem das vidraças e paredes de vidro e começam a publicar comentários ofensivos, racistas e preconceituosos nas redes sociais.
Alguns vão mais longe e publicam vídeos e fotos com cenas nada agradáveis: brigas, armas, bebedeiras, drogas, desmanches de carro, violência contra animais e por aí vai.
Entretanto há os profissionais que não vão tão longe, mas que queimam suas carreiras por quase nada.
É a jornalista que publica um comentário preconceituoso, é a professora de português que discute com outros profissionais em grupos no Facebook, é o designer que usa termos de baixo calão para denegrir trabalhos alheios ou, ainda, é a modelo contratada por um time de futebol que publica uma foto no Facebook fazendo gestos obscenos, deixando claro que só estava lá por dinheiro.
Detalhes simples, mas que com certeza pesarão contra nos próximos contratos.
O resultado desses exemplos é simples:
a modelo foi demitida, já que uma empresa contrata uma modelo para agregar beleza a um evento e não ser motivo de piadas.
O designer dificilmente irá ganhar um contrato com outras empresas (as empresas denegridas).
A professora que diz trabalhar com edição corre o risco de passar uma imagem ruim e não ganhar novos trabalhos, já que a discussão foi com colegas da mesma área.
E a jornalista, além de poder perder o emprego, corre o risco de ser processada e, quiçá, presa.
Quer ser um profissional de destaque nas redes sociais?
Então comece tendo bom senso.
O resto é só consequência.
Cleyton Carlos Torres Jornalista e blogueiro.
Pós-graduado em assessoria de imprensa,
gestão da comunicação e marketing
pós-graduado em política e sociedade no Brasil contemporâneo.
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