Não é para menos, são milhões de sites na web divididos nos mais variados assuntos e focos. Uns preferiram ter websites institucionais, outros focados no eCommerce. Mas todos com o mesmo objetivo: atender o seu consumidor.
Empresários e gestores visionários inseriram suas empresas na grande rede há alguns anos e com o passar do tempo atualizaram seus websites, conteúdos e abordagens.
Outros, mais receosos, começaram a impulsionar suas atividades na rede há menos tempo, motivados principalmente em não ficar para trás de seus concorrentes.
O esforço em atrair a audiência online da levou as empresas a encontrar novos meios de atingir seus clientes.
A primeira ferramenta surgiu anos atrás – o e-mail marketing, que atualmente é responsável por grande parte dos mais de duzentos e dez bilhões mensagens enviadas diariamente e seu uso inadequado ficou conhecido como spam.
Quando foi criado, o e-mail marketing partia da premissa de informar ao internauta sobre novidades e promoções das empresas as quais se interessava ou era cliente, previamente solicitada pelo mesmo.
Algumas pessoas e até mesmo empresas de todos os segmentos, viram em seus banco de dados uma oportunidade de ganhar dinheiro, vendendo estas relações de e-mails para outras pessoas e empresas, muitos internautas passaram a receber mensagens dos mais variados tipos, sem ao menos tê-las solicitado.
E em tempos que os internautas passam a maior parte de seus dias conectados a grande rede, o spam se tornou uma invasão de privacidade.
Mas será que o problema do spam é apenas das empresas que compram essas listas?
Há poucos dias, em uma discussão entre amigos sobre spam, um deles disse “eu adoraria receber um spam da Ferrari assinada por um de seus pilotos”, mas como essa equipe de Formula 1 saberia do que ele gostaria entre milhões de internautas, se meu amigo ao menos acessou o website da escuderia e cadastrou-se para receber novidades?
Diante de tantos websites e “empresários” da internet, a idoneidade se tornou rara, presente apenas em empresas que sabem o valor de seu cliente, sua credilidade e qual esforço necessário de recuperar um cliente / internauta que teve sua privacidade, mesmo que virtual, invadida.
Por isso vemos pequenas empresas – seja em tamanho ou em conhecimento da web – se utilizarem do spam para tentar conquistar clientes.
Ou você já recebeu e-mails da GM, Volks, Fiat, Americanas.com, Submarino, Toyota e tantas outras grandes sem que você os tenha solicitado?
Então o que é melhor para a empresa: ser comparado aos grandes e desmonstrar respeito aos internautas e clientes ou às “padarias da esquina”?
Por Raphael Prugner


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