Pelo contrário:
a grande maioria do público que compra artigos de luxo é mais discreto e busca os pequenos prazeres pessoais e sensoriais. Por isso, setores como o varejo (de roupas, sapatos), segmento imobiliário, hotelaria e turismo, e gastronomia são boas apostas para quem pretende empreender nessa área.
"E as Pequenas e médias empresas podem fazer muito nesse sentido e muito bem”
Outra vertente é a prestação de serviços para grandes marcas, que pode ser um bom começo para novos empreendedores. No entanto, o grande desafio desse segmento é trabalhar muito bem a qualidade.
Segundo a pesquisa da GFK e MCF Consultoria, 68% das marcas consultadas afirmaram ter investido pesadamente em mão de obra e nenhuma das empresas respondentes disse estar plenamente satisfeita com a oferta de profissionais brasileiros.
“Luxo não é feito em série. e praticando isso o pequeno empreendedor pode atender o luxo pessoal.
O foco está em cima de qualidade, não no tamanho da organização e muito menos no estardalhaço em propaganda e divulgação”
O mais importante é “não ter vergonha de ser pequeno”, Mas usar isso para focar e atender esse consumidor exigente e assumir suas limitações, mas sem esquecer que deve saber como cobrar pelo que é exclusivo.
Lembre-se que o consumidor de luxo conhece o que está comprando e, por isso, é necessária uma integração estreita e aberta com produto para poder atender esse público.
“E por fim é importante saber começar com humildade até ganhar a confiança,
porque é um mercado muito assediado, e tenham a certeza que esse mercado não é só esnobismo.
A grande vantagem de investir nesse mercado é que uma vez conquistada, a fidelidade, essa é para sempre”
A grande vantagem de investir nesse mercado é que uma vez conquistada, a fidelidade, essa é para sempre”



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