Essa é uma das principais constatações de um estudo realizado pela B2, empresa especializada em conectar marcas ao público jovem, divulgada hoje (23/9). Intitulado
“Vivendo 80 semanas na vida do jovem brasileiro”,
Dois grandes protagonistas influenciam a tomada de decisão:
as redes sociais e os amigos e os contatos que esses jovens têm dentro dessas ferramentas.
Segundo a pesquisa, as principais fontes de informações desse público são o WhatsApp, Facebook e Instagram, sendo que ele passa uma média de 6 horas diárias nas mídias sociais.
“Hoje os amigos ainda são a principal fonte de influência na hora de consumir algo”,
“O novo boca a boca, as redes sociais, pode acabar com uma empresa hoje em dia”,
Veja algumas das conclusões da pesquisa:
1. O jovem brasileiro vive o agora e não está muito preocupado com planejamentos muito longos ou com o futuro. Eles agem com normalidade às mudanças e tomam muitas decisões por oportunidade ou impulso. Nesse novo panorama, ser flexível é ser relevante.
2. A tecnologia e as mídias sociais fazem parte da rotina desse público. “Hoje o jovem prefere passar fome a ficar sem seu pacote de dados no celular”, afirma Buckup. Por isso a grande influência dos seus contatos na tomada de decisões.
3. Os jovens veem o estudo como um investimento que proporcionará que consigam uma qualidade de vida melhor. A conquista de uma formação profissional foi apontada por 42% dos entrevistados como o maior sonho. Ter estabilidade, trabalhar com o que gosta, poder conciliar lazer e trabalho e empreendedor também foram citados como perspectivas.
4. Com a tendência de se aterem às suas decisões presentes, 60% dos jovens preferem pagar tudo à vista; 56% se consideram consumidores moderados; e uma minoria – 18% nas classes A e B e 11% na C – pensa em economizar parte dos seus rendimentos.
5. Eventos que antes eram excepcionais – casos de morte na família, surpresas, enfermidades – são tratados com maior normalidade e se encaixam no dia a dia desses jovens. Por isso, algumas empresas precisam ser mais criativas na hora de cativar e surpreender esse público.
6. Os jovens são preocupados com a imagem que passam e com os sentimentos envolvidos com a interação e a aceitação de outras pessoas dentro das redes sociais. Ao mesmo tempo, apresentam uma identidade própria, que nem sempre condiz com essa imagem que eles querem passar. É papel das empresas entender essa dualidade e criar mensagens cada vez mais humanas. E mensagens que esses consumidores queiram ouvir e compartilhar.
Veja algumas das conclusões da pesquisa:
1. O jovem brasileiro vive o agora e não está muito preocupado com planejamentos muito longos ou com o futuro. Eles agem com normalidade às mudanças e tomam muitas decisões por oportunidade ou impulso. Nesse novo panorama, ser flexível é ser relevante.
2. A tecnologia e as mídias sociais fazem parte da rotina desse público. “Hoje o jovem prefere passar fome a ficar sem seu pacote de dados no celular”, afirma Buckup. Por isso a grande influência dos seus contatos na tomada de decisões.
3. Os jovens veem o estudo como um investimento que proporcionará que consigam uma qualidade de vida melhor. A conquista de uma formação profissional foi apontada por 42% dos entrevistados como o maior sonho. Ter estabilidade, trabalhar com o que gosta, poder conciliar lazer e trabalho e empreendedor também foram citados como perspectivas.
4. Com a tendência de se aterem às suas decisões presentes, 60% dos jovens preferem pagar tudo à vista; 56% se consideram consumidores moderados; e uma minoria – 18% nas classes A e B e 11% na C – pensa em economizar parte dos seus rendimentos.
5. Eventos que antes eram excepcionais – casos de morte na família, surpresas, enfermidades – são tratados com maior normalidade e se encaixam no dia a dia desses jovens. Por isso, algumas empresas precisam ser mais criativas na hora de cativar e surpreender esse público.
6. Os jovens são preocupados com a imagem que passam e com os sentimentos envolvidos com a interação e a aceitação de outras pessoas dentro das redes sociais. Ao mesmo tempo, apresentam uma identidade própria, que nem sempre condiz com essa imagem que eles querem passar. É papel das empresas entender essa dualidade e criar mensagens cada vez mais humanas. E mensagens que esses consumidores queiram ouvir e compartilhar.
Rafael Farias Teixeira

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